Quase sempre, sou quase feliz,

Confundo, muitas vezes, tristeza com saudade, ausência com solidão... não sei nomear todas essas melancolias que ganhei por ai. 

Quase sempre, sou quase feliz, sempre foi assim e gosto que seja.

Mas dias há que mesmo nos momentos alegres, a saudade parece mesmo dor física, comparação superficial, mas é.
Tal qual uma dor muscular que sentimos apenas quando movimentamos certas partes do corpo, você está sorrindo, e de repente, um movimento qualquer traz a dor de volta. Não sei bem como definir, essa mescla de pesar, de perplexidade e de aceitação espantada diante do que já não há como mudar. 

Não se trata de infelicidade. 

Mas dói.

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